quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Por te amar assim

Jesus, intérprete das almas.
Divino mensageiro que tudo alertou, mostrou o caminho.

Mestre de divinas e magnas proporções, nos mostrou a senda de luz.

Atravessamos a ponte movediça da morte e com Ele nos alegramos.

Onde havia ódio, Ele levou o amor;
Onde existia a blasfêmia, Ele espalhou a verdade.

Jesus ensinou a humildade, a caridade, a brandura, a mansidão. Livrou-nos do sofrer perpétuo, pelo exemplo redentor.

Destruiu o orgulho e o egoísmo com forte atitude no amor e no bem. Mostrou que o mundo é dos honestos, dos simples e dos humildes.

Jamais competiu com ninguém, faleceu no madeiro infame de braços abertos. Perdoou, no ato, os que lhe pregavam na cruz.

Sua envergadura moral jamais foi vista na terra, e sua presença em Verdade pode ser sentida até hoje.

Acolheu os aflitos, acalmou os nervosos, alimentou os famintos, consolou os sofredores, acolheu os desamparados, orientou os criminosos, abençoou os inválidos e recuperou meretrizes.

Sua presença é até hoje sentida por povos do mundo inteiro, que a presença iluminada de Jesus esclareça a todos.

Muita paz!
Elasbão, Espírito em Missão

Por força do hábito

Adaptamo-nos, sempre, as empreitadas do destino. Não é, nem nunca foi, mero acaso. Somos portadores inabaláveis da luz divina. Essa luz é o conhecimento avante que faz a humanidade progredir.

Jesus arrastou multidões pelo corpo espiritual, composto de uma luz branda e pacífica. Sua vida na terra representa a vitória completa do bem sobre o mal:

O bem: humildade, paciência, amor, retidão, seriedade, respeito, generosidade, piedade, caridade, misericórdia.

O mal: ciumes, inveja, orgulho, egoísmo, presunção, maledicência, ócio, irritação, preguiça, cólera, ingratidão.

Não nos falta nada, em exemplo as tarefas de servir, guiados pelo desejo material, perdição certa dos que nada percebem além de si mesmos.

A paz, fruto de uma mente serena e tranquila, é sempre resultado de uma consciência justa e humilde. Busquemos, então, o esclarecimento do perdão e a dádiva do amor, em quaisquer lugar a qualquer tempo.

A liberdade surgirá apenas quando desistirmos completamente do nosso personalismo fraco, eliminando todo e qualquer amor-própria e interesse pessoal.

É necessário que sejamos rígidos com o nosso proceder e relevantes com as atitudes alheias, pois os outros nada mais são do que nós mesmos.

Paz a todos!
Elísio, Espírito

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Conquistando a liberdade de agir

Olá irmão,

O mundo interno é guiado apenas pela consciência.

Deus, causa de todas as coisas no Universo, irradia amor pelos poros de todos os seres vivos. Ninguém, portanto, pode controlar ninguém.

Escute com atenção. O universo íntimo de cada ser humano é ambiente sagrado. Nada no universo poderá alterar essa paz, a não ser o próprio ser.

Assim, sugerimos:

Não há medo, e sim uma criação do pensamento;
Não há angústia, e sim um raciocínio equivocado.

Você pode fazer qualquer coisa, mas se o desejo lhe dominar, perderá boa parte de sua liberdade.

Liberte-se!

Abandonando o fluxo

Vocês tem me escutado. Isso não é algo que se possa aprender em 1, 2, 3 anos. É prática diária. A realidade é o seu mundo interno. O observador é responsável pela coisa que observa. Neste caso, o observado é o observador. Posso dar três exemplos bem simples:

Se você vê o mundo como uma guerra, significa que o seu universo interno está em guerra, porque você é o resto do mundo.

Você é o que você acredita. O pensamento, neste caso é um demônio. Causa de todo o mal, o pensamento faz sofrer e gerar toda variedade de dores. É possível não pensar? Sim, vivendo no presente, abandonamos o hábito de pensar.

Esvaziar a si mesmo, buscando a iluminação através da percepção de que tudo está numa realidade sutil, perceptível pelo pensamento e fora da matéria.

Os objetos, nesse caso, é apenas a materialização grotesca do pensamento. Única forma de abandonar o fluxo é através da morte de si mesmo, derrotando o personalismo orgulhoso, que nada mais é que um acúmulo de memórias.

Viver no presente, com a mente vazia de preconceitos e idéias descabidas, olhando os objetos tais quais são. Sem apegos desnecessários.

O apego gera o medo de perder. O medo de perder gera o ciúmes. O ciúmes gera a inveja. Tudo entrelaçado num ciclo de dor criado pela própria mente, por pensamentos de ganância, egoísmo e amor-próprio.

Sair desse fluxo é viver realmente, transcendente. Realidade única que ultrapassa os limites de qualquer crença. Liberte-se através do poder do agora, do poder do não-pensar e do amor que disso resulta.

Desejo que todos vocês alcancem a felicidade plena.

J. Krishnamurti, Espírito que venceu o medo.